A Terceira parte do segredo revelado a


13 de Julho de 1917 na Cova de Iria – Fátima


“J.M.J.

Escrevo, em acto de obediência a vós Deus Meu, que mo mandais por meio de Sua Ex.cia Rev.ma o Senhor Bispo de Leiria e da Vossa e Minha Santíssima Mãe.
Depois das duas partes que já expus, Nossa Senhora disse: ‘Farei brotar, em terras brasileiras, um homem assistido por mim, cujo nome lhe chamaremos Daniel, para anunciar aquilo que venho ensistindo há vários séculos: o retorno de meu Filho, no tempo de vocês, não através dos meios comuns, mas através de meios naturais que afetarão em muito o pensamento das pessoas. Vocês conviverão com Ele através do pensamento comum. Este é meu último aviso, porque esse acontecimento está prestes a acontecer. Esse anúncio deverá ser feito pela Igreja, na pessoa do Santo Padre que estiver no Vaticano a partir de 1960. Se o Santo Padre não proceder da forma que anuncio, esse acontecimento se dará com as dores já anunciadas, e a cristandade sofrerá muito. Meu
Daniel estará com o Santo Padre escolhido por mim, no ano de 2004, portando uma imagem minha venerada em terras brasileiras. Ele reconhecerá meu sinal. Farei, obedecendo ao Senhor Deus, que esse homem esteja em terras Vaticanas no período de 2010, a convite do Santo Padre que estiver no poder, e esse Papa mostre a ele meus propósitos. Somente o Santo Padre poderá julgar se mantém ou não meu pedido que reflete a vontade de Deus, para que esse anúncio seja feito até 2012; caso contrário, virão as dores anunciadas.’ Depois vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora, um pouco mais alto, um Anjo vermelho com uma espada de fôgo em a mão esquerda; ao cintilar, despendia chamas que parecia iam encendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro: O Anjo, apontando com a mão direita para a terra, em voz forte, disse: Penitência, Penitência, Penitência! E vimos numa luz emensa que é Deus – algo semelhante a como se visse as pessoas num espelho quando lhe passam por diante – um Bispo vestido de Branco, ‘tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre’, varios outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; O Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia em ruínas, e meio tremulo, com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande cruz, foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam varios tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições. Sob os dois braços da Cruz, estavam dois Anjos, cada um com um regador de cristal em sua Mão, nas cores amarela e azul, neles recolhiam o sangue dos Martires e com ele regavam as almas dos que se aproximavam de Deus.
Tuy- 3-1-1944”