“Durante quatro anos, de fevereiro de 1993 a fevereiro de 1997, eu recebi mensagens de Nossa Senhora, nas madrugadas das terças-feiras. Não psicografava, não a via, eu a ouvia falar e ia escrevendo. Não era algo forçado, mas de livre e espontânea vontade. Eu sentia que poderia parar de escrever, se quisesse.

Ela chegava sempre depois da meia-noite, precedida de um coral angélico que cantava uma suave e agradável melodia, e começava dizendo:
‘Raymundo, boa-noite! Podemos escrever?’

Eu ouvia o que Maria falava, e escrevia. Mas não imaginava que, na verdade, Ela me “ditava” um Catecismo. Sim, pois suas palavras transformaram-se, oito anos depois, num esplêndido livro, no qual a Doce e Serena Senhora nos ensina como chegar ao Céu.

   

              Raymundo Lopes
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